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Prefeitura intensifica serviços de educação ambiental e coleta de lixo nas aldeias de Tocantinópolis

Criado: Quinta, 01 de Novembro de 2018, 15h19 | Publicado: Quinta, 01 de Novembro de 2018, 15h19 | Última atualização em Terça, 06 de Novembro de 2018, 18h21 | Acessos: 15

Na sociedade tradicional indígena, não existia lixo. O que as pessoas tiravam da floresta voltava para a floresta. Essa dinâmica mudou com o contato com brancos e com a povoação dos nativos. Visando estabelecer uma conduta educativa e ao mesmo tempo preservativa, a Prefeitura de Tocantinópolis, por intermédio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, tem intensificado a coleta de lixo nas aldeias apinajés.

Para efetivação dos trabalhos, o Governo Municipal conta com a parceria da Secretaria Municipal de Obras, Transportes, Infraestrutura e Agricultura; Secretaria Especial da Saúde Indígena (Sesai); Defesa Civil/Brigada Municipal de Incêndio e Coordenação de Limpeza Pública Municipal de Tocantinópolis.

As atividades de educação ambiental e coleta de lixo nas aldeias indígenas apinajé tiveram início ainda no primeiro semestre, tendo os trabalhos intensificados nos últimos meses desse ano. Os serviços atendem em média mais de 40 aldeias, sendo que na sua maioria ficam distantes a mais de 50 quilômetros do município.

Para que esse trabalho possa ser desenvolvido com versatilidade, a Prefeitura além de disponibilizar material humano (equipes de garis), veículos e maquinários, também conta com o apoio irrestrito da Defesa Civil/Brigada Municipal e técnicos da Sesai para a efetivação da coleta de lixo. Além do recolhimento dos resíduos e entulhos, as equipes fazem distribuição de sacos para armazenamento dos detritos.

O coordenador do Meio Ambiente e da Brigada Municipal, Emilvado Aguiar destaca que o povo apinajé por ser muito aberto – diferentemente de outras tribos, que muitas vezes são mais reservadas – tem facilitado a entrada das equipes nas aldeias, conduta que tem gerado um trabalho satisfatório dentro da reserva.

“A limpeza nas aldeias visa a preservação dos recursos hídricos, ar e solo, contribui com a redução das queimadas, além de prevenir a população contra doenças causadas pelo acúmulo e disposição inadequada do lixo. Os principais desafios deles na questão do lixo são a distância e o comportamento. Eles não têm onde descartar. E estavam acostumados a usar o que tem e devolver para a floresta. Uma das iniciativas é reverter essa situação levando informações à população das aldeias quanto ao descarte legal do lixo”, informou Emivaldo Aguiar.

Como questão de saúde pública, entre outros problemas que a falta de coleta de lixo acarreta, a proliferação de vetores de doenças é o mais agravante. Por este motivo, a necessidade de coleta de lixo é uma das demandas necessárias no combate às doenças transmitidas pelos mosquitos Aedes aegypti, albopictus, haemagogus e palha, transmissores da dengue, chikungunya, zika, febre amarela e calazar, respectivamente.

Fonte: Dirceu Leno / Ascom Prefeitura

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